Formas plásticas são utilizadas em obras do estádio Beira-Rio
Logotipo Metro Modular

Formas plásticas são utilizadas em obras do estádio Beira-Rio

O estádio Beira-Rio receberá quatro jogos da fase de grupos da Copa do Mundo, além de uma partida das oitavas de final. Por isso, a readequação do estádio foi necessária, sendo que o Sport Club Internacional, time proprietário do estádio, está aguardando a liberação dos espaços usados pela construtora Andrade Gutierrez para começar os trabalhos de pavimentação das áreas próximas ao estádio. A ideia é que pelo menos parte do entorno do estádio já esteja pavimentada na reinauguração, que irá ocorrer em menos de 40 dias. De acordo com a organização da Copa do Mundo do Brasil, o custo total das obras é de R$ 330 milhões

 

Entre as obras, está a construção de três andares de estacionamento, com vigas de sustentação construídas com as formas plásticas para concreto moldado in loco da Metro Modular. “A obra é da Andrade Gutierrez e o fato de sermos fornecedores da construtora é extremamente importante já que, para grandes obras como essa, que são financiadas pelo BNES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), é necessário ser cadastrado, o que nos qualifica ainda mais”, afirmou Edenilson Rivabene, gerente de planejamento da Metro Modular.

 

Além disso, as formas plásticas também foram utilizadas no acabamento dos degraus das arquibancadas do estádio. “Como o estádio é uma elipse e outros tipos de formas não se adaptam de forma eficaz, as formas plásticas se mostraram vantajosas também para este uso”, explica o gerente de planejamento da Metro Modular.

 

Segundo Rivabene, devido as suas características, o sistema apresenta diversas vantagens e economia no custo final da obra. “As formas plásticas permitem a construção de paredes, pilares, vigas baldrame, lajes e blocos de fundação; e pode ser empregado em larga escala em obras industriais, comerciais e residenciais. Outra vantagem, é que o sistema é de fácil implantação, com processos e etapas bem demarcadas, e de fácil manuseio de equipamentos, garantindo agilidade na montagem do sistema”, explica.

 

 

Com elevada resistência mecânica e à impactos, intempéries e manuseio em canteiros de obra, elas são consideradas uma alternativa ao uso da madeira e do alumínio no processo da construção civil. “Como as formas são produzidas com resinas plásticas, elas podem ser utilizadas inúmeras vezes em outras construções, se adequando a diferentes projetos, tendo suas dimensões alteradas e moduladas para qualquer medida. O sistema elimina também a fixação por pregos, já que utiliza fixadores próprios, o que dispensa o uso de qualquer tipo de ferramenta (martelos, pregos, furadeiras, entre outros), além de dispensar o uso de energia elétrica na obra. E, por serem mais resistentes e se adequarem a diversos tipos de projetos, têm elevada vida útil”, finaliza Rivabene.